RODA DE CHIMARRÃO
Roda de chimarrão
Em volta daquele fogão
A chaleira chiando
Acompanhando o meu coração
Pois quando fico triste
Agarro o meu violão
E tocando uma canção
Pra bem falar
No final até me esqueço de chorar
Com meus olhos brilhando
A minha boca calada
Penso que coração é esse o meu...
Que a solidão não fez morada
Obs: escrito no 28º Encontro
SE ME AMAS MINHA PRENDA
Se me amas minha prenda
Proclama teu amor
Me fale sobre o calor
Que aquece seu coração
Mas já vou lhe dizendo
Odeio mentira, odeio traição
Só quero verdade
E uma chinoca que saiba
O que seja lealdade
Que na vida já tenha experiência
Que no coração não exista carência
Que seja trabalhadora
Sendo morena ou loira
Preconceito não existe
Se houver pobreza
A gente resiste
Na saúde na doença
Na riqueza e na pobreza
Sempre vou lhe amar.
ORGULHO DE UM GAÚCHO
O churrasco, o chimarrão
E um bom de um violão
Tocando um vanerão
Daqueles de arrastar poeira pelo chão
Não te lembra um belo de um gauchão
Com seu chapéu de couro
Que mais vale ouro
Pregado na testa
Que não falta a nenhuma
Festa de Rodeio
E quem é ele sem sua prenda
Com seu vestido de renda
Enfeitado com fita mimosa
Daquelas bem bonitas
Cor de rosa
Quem melhor para cuidar
Do orgulho do gaúcho
O gauchinho
Que mais parece um potrinho
Correndo por estes pastos
Do Rio Grande do Sul
Que dele só tenho uma coisa a dizer
Como é grande
O meu amor pelo Riogrande !
LUA
No céu a lua a brilhar
Rodeada de estrelas
Que parecem brincar
Como a lua é brilhante
Gosto mais da minguante
Existe a estrela cadente
E a estrela velha que cai do céu doente
No céu vejo uma constelação
Formando um coração
A lua a noite
Fazendo serão
De noite ela fica nos vigiando
Nos olhando lá de cima
E quando o sol chega
A lua vai embora
A gente acorda
No dia sensacional
E espera a noite
E a lua legal.
MAR
Estava no mar
A pescar
Respirando cheiro de areia molhada
No ar
Me sentei na areia
Prá ver se via sereia
Nessas ondas lindas
Às vezes maiores
Que os Bonecos de Olinda
Quando olhei no relógio
Já estava na hora
De eu ir embora
Me sentar numa cadeira
Ao lado da lareira
E sonhar com o mar
Respirar o céu, o ar
E nas suas ondas caindo
Neste mar tão lindo.
SOU GREMISTA
Mesmo que a bola não entre
Mesmo que o estádio se cale
Mesmo que o manto sagrado desbote
Serei gremista nesta longa jornada
Sempre caminhando com o Grêmio
Naquele estádio
Onde nossa história se define
Permanecerei sempre firme
Eu torço pro timão
É Grêmio na alma e no coração.
AMOR
Amor é o calor do coração
Que vem de geração
Sentimento inocente
No começo, carente
No meio traz harmonia
E muitas agonias
E bem pelo contrário
Tem muito otário
Que deste amor
Só se aproveitam
E tiram esta harmonia
Só deixam essa agonia
Mas quando o amor não existe
A gente nunca desiste
Por que só nós lutadores
E muito trabalhadores
Cada um tem suas qualidades
E com nossas amizadesSempre façamos o bem.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Ana Ieda Bastiani - Poesias
I
Ana e Mariana
Duas cores, dois amores
Uma o sol do meu viver
a outra a esperança no entardecer
Ambas enfeitam a minha vida
E aquecem a minha alma
Ana e Mariana
II
Jovem , encontrei o AMOR !
Forte, arrebatador, o AMOR PAIXÃO !
Estraçalhou-me e se foi...
Juntei os pedaços,
E um outro AMOR apareceu.
Seguro, tranqüilo,
Mas não menos forte.
Fortaleceu-me e ... partiu.
Flutuei ao sabor das ondas,
Até que num dançar
Novamente , o encontrei.
De mansinho, foi chegando,
No aconchego se instalando
Pelo afeto me dominando.
Até quando ?
III
Mariana , meu amor !
Cor e sabor
de jabuticaba.
Mariana menina,
bailarina,que dança ,balança as tranças,
minha esperança...
mariana que canta e encanta
mariana luz,que reluze me seduz.
Minha paixão !
IV
Ser mãe,
Quem me dera !
Tentativas,
Tratamentos,
longa espera ...
e a cada mês,
lágrimas...
A dor assimilei,
A saúde busqueie a Karina acolhi...
Foi o sol !
A retomada do rumo
A realização do sonho
A vitória do AMOR.
V
NÃO “Éramos Seis”
Éramos oito.
Mãe apaixonada,
Pai durão.
Crescemos à beira do Uruguaipra onde a pobrezanos arrastou...
Um a um subiu a ladeira
A fé ajudou
Obstáculos vencerame no topo chegaram.
Hoje, somos seis
A dor não nos poupou
No auge da vida,a Lia nos deixou.
A história da família resgatou,
Os amigos do passado reviu,
A saudade da terra sacioue embalado pelo carinho dos netoso Moacir também partiu.A caminhada continua ...
Ana e Mariana
Duas cores, dois amores
Uma o sol do meu viver
a outra a esperança no entardecer
Ambas enfeitam a minha vida
E aquecem a minha alma
Ana e Mariana
II
Jovem , encontrei o AMOR !
Forte, arrebatador, o AMOR PAIXÃO !
Estraçalhou-me e se foi...
Juntei os pedaços,
E um outro AMOR apareceu.
Seguro, tranqüilo,
Mas não menos forte.
Fortaleceu-me e ... partiu.
Flutuei ao sabor das ondas,
Até que num dançar
Novamente , o encontrei.
De mansinho, foi chegando,
No aconchego se instalando
Pelo afeto me dominando.
Até quando ?
III
Mariana , meu amor !
Cor e sabor
de jabuticaba.
Mariana menina,
bailarina,que dança ,balança as tranças,
minha esperança...
mariana que canta e encanta
mariana luz,que reluze me seduz.
Minha paixão !
IV
Ser mãe,
Quem me dera !
Tentativas,
Tratamentos,
longa espera ...
e a cada mês,
lágrimas...
A dor assimilei,
A saúde busqueie a Karina acolhi...
Foi o sol !
A retomada do rumo
A realização do sonho
A vitória do AMOR.
V
NÃO “Éramos Seis”
Éramos oito.
Mãe apaixonada,
Pai durão.
Crescemos à beira do Uruguaipra onde a pobrezanos arrastou...
Um a um subiu a ladeira
A fé ajudou
Obstáculos vencerame no topo chegaram.
Hoje, somos seis
A dor não nos poupou
No auge da vida,a Lia nos deixou.
A história da família resgatou,
Os amigos do passado reviu,
A saudade da terra sacioue embalado pelo carinho dos netoso Moacir também partiu.A caminhada continua ...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Sofia Pinto Duarte - Poesias
SEM TÍTULO
Eu fui no Dr. Marcelo
A minha filha passando mal
Marcelo disse que ela
Rolando, rolando
Bateu num pau.
O PESCADOR
Quando eu olhei para o por do sol
Eu encontrei um anzol
Quando percebi que estava na praia
Vi aquele pescador com chapéu de palha
Eu imaginei um castelo diamante
Eu fiquei contente, quando ele me beijou
Vi que o amor nasce de repente.
(poema musicado)
SOU PAZ, AMOR E FÉ
Sou paz, amor, fé
Sou mais de tudo que se faz
Eu sou fé
E no lugar de dinheiro
Há uma canção
Sou fé, amor e alegria no coração
Sem Título...
ÁRVORE FORTE
ÁRVORE FRACA
A NATUREZA É MUITO BELA
BELA QUE NEM A FLOR
BELA QUE NEM O MAR
BELA QUE NEM O AMOR
ARVORE COM FOLHAS VERDES
FAZ MENOS BAGUN ÇA
PARADINHA NO SEU CANTO...
QUE TEM NINHOS DE MONTE
AH!...ISSO EU GARANTO.
SEM TÍTULO...
Sementinha, sementinha
Onde é que se escondeu
Brincadeira esconde-esconde
Não tem graça digo eu
Sementinha, sementinha
Não vai nunca se esconder
E se não brincar comigo
Não vou ensinar a ler.
Sem título...
Todo dia a lua some
Toda a noite o sol vai embora
Quando saio todo dia
É que vejo a fruta amora
Tudo bem, não apodrece
Acontece, todo dia
temos sempre dor de barriga
Ou senão é a bexiga...
ARROIO DO SAL
Aqui onde eu moro
É tranqüilidade,
É vida
Meu maior sonho
Era ter uma praia querida
Aqui onde eu moro
Faz frio faz calor
Aqui é certo
Que é paz e amor
Aqui onde eu moro
Tem areia e tem o mar
Gosto de brincar
Cantar, passear
Aqui também posso sonhar
Aqui onde eu moro
É o melhor lugar
Porque aqui é onde ficaO meu lar.
Eu fui no Dr. Marcelo
A minha filha passando mal
Marcelo disse que ela
Rolando, rolando
Bateu num pau.
O PESCADOR
Quando eu olhei para o por do sol
Eu encontrei um anzol
Quando percebi que estava na praia
Vi aquele pescador com chapéu de palha
Eu imaginei um castelo diamante
Eu fiquei contente, quando ele me beijou
Vi que o amor nasce de repente.
(poema musicado)
SOU PAZ, AMOR E FÉ
Sou paz, amor, fé
Sou mais de tudo que se faz
Eu sou fé
E no lugar de dinheiro
Há uma canção
Sou fé, amor e alegria no coração
Sem Título...
ÁRVORE FORTE
ÁRVORE FRACA
A NATUREZA É MUITO BELA
BELA QUE NEM A FLOR
BELA QUE NEM O MAR
BELA QUE NEM O AMOR
ARVORE COM FOLHAS VERDES
FAZ MENOS BAGUN ÇA
PARADINHA NO SEU CANTO...
QUE TEM NINHOS DE MONTE
AH!...ISSO EU GARANTO.
SEM TÍTULO...
Sementinha, sementinha
Onde é que se escondeu
Brincadeira esconde-esconde
Não tem graça digo eu
Sementinha, sementinha
Não vai nunca se esconder
E se não brincar comigo
Não vou ensinar a ler.
Sem título...
Todo dia a lua some
Toda a noite o sol vai embora
Quando saio todo dia
É que vejo a fruta amora
Tudo bem, não apodrece
Acontece, todo dia
temos sempre dor de barriga
Ou senão é a bexiga...
ARROIO DO SAL
Aqui onde eu moro
É tranqüilidade,
É vida
Meu maior sonho
Era ter uma praia querida
Aqui onde eu moro
Faz frio faz calor
Aqui é certo
Que é paz e amor
Aqui onde eu moro
Tem areia e tem o mar
Gosto de brincar
Cantar, passear
Aqui também posso sonhar
Aqui onde eu moro
É o melhor lugar
Porque aqui é onde ficaO meu lar.
Plácida Teresa de Oliveira Martins - Poesias
SAPATINHO DO BEBÊ
Sapatinho do bebê
Tão macio...tão pequenino
Sapatinho da esperança
Sapatinho do menino...
O menino vai crescendo
E o mundo se apresenta...
Por onde pisará?...
Quando seu pé for quarenta!
Pisará a grama verde?
Pisará a areia do mar?
Pisará a areia do asfalto?
Só Deus sabe onde andará!
Quando o tempo for passado
E não mais existir a criança...
Pés de adulto, homem casado
Sapatinho da lembrança!
ROSÁRIO DE ANDORINHAS
Olhando o rosário de andorinhas
Se preparando para partir
Uma, a uma, lado a lado
Batendo as asas para voar
Voam em busca de outras paragens
Que as alimente e aqueça o coração
Com elas vão muitos sonhos...
Que não se realizaram neste verão.
Lá vão elas batendo as asas
Parecem dizer: até breve
Voltaremos no próximo verão
Deixando sua imagem nos meus olhos
E saudade no meu coração.
CHORO DE CRIANÇA
Ouço choro de criança
Ouço alguém a resmungar
Coisa boa é ser criança
Abrir a boca a chorar
Hoje a vida nos ensina
Não mostrar os sentimentos
Pois o mundo os abomina
Não entende os sofrimentos
Criança chora dizendo
- desculpe se fiz tolice
E eu choro de saudade
Do choro da meninice !
MENINO DE RUA
Tu vives atirado
Sem fé, sem esperança
Pela sociedade renegado
Teu direito de criança
Cada vez que eu te vejo
Me chama atenção
Te dou um trocado
Para comprares um pão
É o sol que te esquenta,
Teu teto é a lua
Percalço da vida
Menino de rua.
O TEMPO
Tudo passa nesta vida
A dor, a alegria, a tristeza
A mágoa, a mocidade e a beleza
A dor, torne-a mais leve
A alegria, vive-a pois é breve
A tristeza procure não senti-la
A mágoa não a carregues contigo
A mocidade passa como uma quimera
Jamais a teremos, quem dera !
O tempo vai passando como um sonho
Ao acordarmos já estamos de partida
Aí compreendemos que é preciso
Viver cada momento desta vida !
CHUVA NA MADRUGADA
Ouço o barulho da chuva devagarinho
Batendo com calma na minha vidraça
Parece até uma mensagem de carinho
Que vem até mim e me enlaça
Na fria madrugada que eu passo
Talvez a chuva pouco se demora
Não sentirei então o seu abraço
Nem pensarei na vida como penso agora
Mas a chuva bate forte, forte
Na janela deste triste quarto meu
Suas lágrimas correm então em minha lembrança
Porque ela chora muito mais que eu.
PRESENTE DIVINO
Presente divino
É ver o mar, suas ondas beijando a areia
É admirar a lua espreaiando seu clarão
E contar as estrelas
Sem nunca saber quantas são
É ter a dedicação de um carinho
É sentir junto o bater de um coração.
Sapatinho do bebê
Tão macio...tão pequenino
Sapatinho da esperança
Sapatinho do menino...
O menino vai crescendo
E o mundo se apresenta...
Por onde pisará?...
Quando seu pé for quarenta!
Pisará a grama verde?
Pisará a areia do mar?
Pisará a areia do asfalto?
Só Deus sabe onde andará!
Quando o tempo for passado
E não mais existir a criança...
Pés de adulto, homem casado
Sapatinho da lembrança!
ROSÁRIO DE ANDORINHAS
Olhando o rosário de andorinhas
Se preparando para partir
Uma, a uma, lado a lado
Batendo as asas para voar
Voam em busca de outras paragens
Que as alimente e aqueça o coração
Com elas vão muitos sonhos...
Que não se realizaram neste verão.
Lá vão elas batendo as asas
Parecem dizer: até breve
Voltaremos no próximo verão
Deixando sua imagem nos meus olhos
E saudade no meu coração.
CHORO DE CRIANÇA
Ouço choro de criança
Ouço alguém a resmungar
Coisa boa é ser criança
Abrir a boca a chorar
Hoje a vida nos ensina
Não mostrar os sentimentos
Pois o mundo os abomina
Não entende os sofrimentos
Criança chora dizendo
- desculpe se fiz tolice
E eu choro de saudade
Do choro da meninice !
MENINO DE RUA
Tu vives atirado
Sem fé, sem esperança
Pela sociedade renegado
Teu direito de criança
Cada vez que eu te vejo
Me chama atenção
Te dou um trocado
Para comprares um pão
É o sol que te esquenta,
Teu teto é a lua
Percalço da vida
Menino de rua.
O TEMPO
Tudo passa nesta vida
A dor, a alegria, a tristeza
A mágoa, a mocidade e a beleza
A dor, torne-a mais leve
A alegria, vive-a pois é breve
A tristeza procure não senti-la
A mágoa não a carregues contigo
A mocidade passa como uma quimera
Jamais a teremos, quem dera !
O tempo vai passando como um sonho
Ao acordarmos já estamos de partida
Aí compreendemos que é preciso
Viver cada momento desta vida !
CHUVA NA MADRUGADA
Ouço o barulho da chuva devagarinho
Batendo com calma na minha vidraça
Parece até uma mensagem de carinho
Que vem até mim e me enlaça
Na fria madrugada que eu passo
Talvez a chuva pouco se demora
Não sentirei então o seu abraço
Nem pensarei na vida como penso agora
Mas a chuva bate forte, forte
Na janela deste triste quarto meu
Suas lágrimas correm então em minha lembrança
Porque ela chora muito mais que eu.
PRESENTE DIVINO
Presente divino
É ver o mar, suas ondas beijando a areia
É admirar a lua espreaiando seu clarão
E contar as estrelas
Sem nunca saber quantas são
É ter a dedicação de um carinho
É sentir junto o bater de um coração.
Isabel Genta - Poesias
PRESENÇA NO VENTO
O vento, este mesmo
Que bate em meu rosto,
Desalinha teu cabelo
Num sei onde
Sopra carícias
Em meu corpo - parado
No instante da lembrança
De ti-braços abertos
Sorrindo solto,
Abraçando o céu - a mim
Rodando na alegria
Marcaste a areia
E todo o lugar - eu
Com tua presença no vento.
OS SÓS
Quantas solidões
Na solidão de um só!
Quantos sós
Em quadriláteros iguais
Pensam a sozinhar!
Pingos na janela
Gotas dos olhos
No rosto...que não olha,
Apenas fixa
Quantas solidões
Iguais,
Na desigualdade
Das situações,
Na vida.
No mesmo instante,
Anos luz...
Mesmo doer
Do nada esperar.
Atenção/tensão
Aos ruídos do mundo,
Que é toda
Companhia diversa...
Quantos sós
Cercados, em paredes,
Fazem companhia ...agora
Uns aos outros ?
LUAR DE PRAIA
É dia,
É noite..
É dia
Na noite,
É branco
Na onda..
É onda
Ao luar !
CADEADOS
A primeira claridade que bate
Na fresta, no olho
No vão da janela,
Diz do novo dia...aqui
Cores e movimento
Da brisa que sopra
Na onda que sobe
E se faz branca...lá
Meu olhar pula da cama,
Da janela prá cerca
E esbarra no portão...daqui
Na tranca, que tranca a corrente
Que prende o cadeado e...
Deixa a manhã no pátio...dentro.
AS PLANTAS DO PÁTIO
No pátio tudo tem nome.
Trazida de longe
Cada planta, cada muda,
Tem história de amizade.
Toda a estação refaz
O momento do plantio,
A lembrança dos cuidados,
A paciente espera,
De tanto plantar e plantar,
Aos poucos se fez jardim,
O árido que brotou flores.
Neste oásis as delícias,
Frutos maduros e boa sombra
Crianças subirão em árvores.
O ARCO-ÍRIS
Tão raro...sol e chuva,
“casamento de viúva”!..
De manto rendado
Em brancas ondas
No verde-mar...transparente
Que reluzindo,
Brilha adejando chuviscos!
Chuva e sol... tão raros,
“pode preparar o anzol”!
que o peixe vem pra olhar,
a beleza do arco-íris
no pote fundo do mar.
Quanta cor pra copiar
Da palheta Divina...
Que nunca repete
Nem cansa de recriar
Este mundo perfeito
Que teimamos acabar!
Nem viúvas, nem casamentos,
Nem peixes a pratear as ondas,
Nem verde-mar em azul de céu,
Ou mesmo, multicores pintar...
Apenas o homem sozinho, cinza
A pedir novamente o milagre
Que, então, de tão raro,Quase será esquecido! ... QUASE !
A SOMBRA I
Olhando a sombra de mim
Não me sinto tão so´...
Ela é diferente, é sombra só.
Mas se move , sem vida própria !
Só a sombra colada em mim,
Me acompanha, mesmo opostamente...
Mas é sombra de mim?
Ou eu em sombra ?
Ela s vezes me assombra,
Embora só sombra
Se gruda, se alonga, se encolhe ...
E se torna pedra , se torna o musgo
Se encosta em parede,
Penetra e repousa ...
Na árvore
Se funde à escuridão !
Me encontro na sombra , às vezes
Me olhando na luz.
Estranha me sinto nela ,
Maleável, indistinta !
Estamos atreladas ...
Ela e eu.
Jamais a preencho ,
Nem ela a mim...
Somos só ,Sombras de mim mesma .
A SOMBRA II
A sombra não se transforma,
A sombra se amolda,
Termina no meu começo...
De frente prá luz fica às costas,
De lado ... apenas um risco,
Um fio escuro que sou também eu !
Eu dou sentido à sombra , ou...
Ela dá forma a mim, que me vejo?
Vida, luz, sombra ...
Só na morte, escuridão,
Eu a deixarei sem forma
(solta de mim)
serei eu a perdê-la ? ...
ou ela a si, perdendo? ...
É então a sombra,
Ela a que morre !
Mesmo estando eu, enfim,
Diante da luz !!!
O vento, este mesmo
Que bate em meu rosto,
Desalinha teu cabelo
Num sei onde
Sopra carícias
Em meu corpo - parado
No instante da lembrança
De ti-braços abertos
Sorrindo solto,
Abraçando o céu - a mim
Rodando na alegria
Marcaste a areia
E todo o lugar - eu
Com tua presença no vento.
OS SÓS
Quantas solidões
Na solidão de um só!
Quantos sós
Em quadriláteros iguais
Pensam a sozinhar!
Pingos na janela
Gotas dos olhos
No rosto...que não olha,
Apenas fixa
Quantas solidões
Iguais,
Na desigualdade
Das situações,
Na vida.
No mesmo instante,
Anos luz...
Mesmo doer
Do nada esperar.
Atenção/tensão
Aos ruídos do mundo,
Que é toda
Companhia diversa...
Quantos sós
Cercados, em paredes,
Fazem companhia ...agora
Uns aos outros ?
LUAR DE PRAIA
É dia,
É noite..
É dia
Na noite,
É branco
Na onda..
É onda
Ao luar !
CADEADOS
A primeira claridade que bate
Na fresta, no olho
No vão da janela,
Diz do novo dia...aqui
Cores e movimento
Da brisa que sopra
Na onda que sobe
E se faz branca...lá
Meu olhar pula da cama,
Da janela prá cerca
E esbarra no portão...daqui
Na tranca, que tranca a corrente
Que prende o cadeado e...
Deixa a manhã no pátio...dentro.
AS PLANTAS DO PÁTIO
No pátio tudo tem nome.
Trazida de longe
Cada planta, cada muda,
Tem história de amizade.
Toda a estação refaz
O momento do plantio,
A lembrança dos cuidados,
A paciente espera,
De tanto plantar e plantar,
Aos poucos se fez jardim,
O árido que brotou flores.
Neste oásis as delícias,
Frutos maduros e boa sombra
Crianças subirão em árvores.
O ARCO-ÍRIS
Tão raro...sol e chuva,
“casamento de viúva”!..
De manto rendado
Em brancas ondas
No verde-mar...transparente
Que reluzindo,
Brilha adejando chuviscos!
Chuva e sol... tão raros,
“pode preparar o anzol”!
que o peixe vem pra olhar,
a beleza do arco-íris
no pote fundo do mar.
Quanta cor pra copiar
Da palheta Divina...
Que nunca repete
Nem cansa de recriar
Este mundo perfeito
Que teimamos acabar!
Nem viúvas, nem casamentos,
Nem peixes a pratear as ondas,
Nem verde-mar em azul de céu,
Ou mesmo, multicores pintar...
Apenas o homem sozinho, cinza
A pedir novamente o milagre
Que, então, de tão raro,Quase será esquecido! ... QUASE !
A SOMBRA I
Olhando a sombra de mim
Não me sinto tão so´...
Ela é diferente, é sombra só.
Mas se move , sem vida própria !
Só a sombra colada em mim,
Me acompanha, mesmo opostamente...
Mas é sombra de mim?
Ou eu em sombra ?
Ela s vezes me assombra,
Embora só sombra
Se gruda, se alonga, se encolhe ...
E se torna pedra , se torna o musgo
Se encosta em parede,
Penetra e repousa ...
Na árvore
Se funde à escuridão !
Me encontro na sombra , às vezes
Me olhando na luz.
Estranha me sinto nela ,
Maleável, indistinta !
Estamos atreladas ...
Ela e eu.
Jamais a preencho ,
Nem ela a mim...
Somos só ,Sombras de mim mesma .
A SOMBRA II
A sombra não se transforma,
A sombra se amolda,
Termina no meu começo...
De frente prá luz fica às costas,
De lado ... apenas um risco,
Um fio escuro que sou também eu !
Eu dou sentido à sombra , ou...
Ela dá forma a mim, que me vejo?
Vida, luz, sombra ...
Só na morte, escuridão,
Eu a deixarei sem forma
(solta de mim)
serei eu a perdê-la ? ...
ou ela a si, perdendo? ...
É então a sombra,
Ela a que morre !
Mesmo estando eu, enfim,
Diante da luz !!!
Poesia a várias mãos
DEVANEIOS
Quando busco, perco-me
Em todos os encantos teus
Eu me envolvo
Isso é paixão!
Paixão vai, amor maduro fica.
Se for verdadeiro,
Não se perderá no tempo...
Mas o tempo, que não pára,
Nos levará a loucura
Ou ao precipício da amargura...
Poesia escrita a várias mãos: Ana Ieda Bastiani,Sali B.Pererira,Maina Rangel,Sara Cristina Guimarães Pinto, Márcio César T. Massignani, Lucas Vargas de Melo , Isabel Genta, Sali B Pereira.
No 24º Encontro em 9.10.2008
VELEIRO
Um barco preso no cais
O mar em doce balanço...
Fico sonhando, a imaginar
Meu amor, meu veleiro
Onde vou te encontrar...
Nos braços das ondinas
Que te embalam,
E me encantam no mar?
No vento, encrespando as ondas ?
Tempestades e punhais...
Quando busco, perco-me
Em todos os encantos teus
Eu me envolvo
Isso é paixão!
Paixão vai, amor maduro fica.
Se for verdadeiro,
Não se perderá no tempo...
Mas o tempo, que não pára,
Nos levará a loucura
Ou ao precipício da amargura...
Poesia escrita a várias mãos: Ana Ieda Bastiani,Sali B.Pererira,Maina Rangel,Sara Cristina Guimarães Pinto, Márcio César T. Massignani, Lucas Vargas de Melo , Isabel Genta, Sali B Pereira.
No 24º Encontro em 9.10.2008
VELEIRO
Um barco preso no cais
O mar em doce balanço...
Fico sonhando, a imaginar
Meu amor, meu veleiro
Onde vou te encontrar...
Nos braços das ondinas
Que te embalam,
E me encantam no mar?
No vento, encrespando as ondas ?
Tempestades e punhais...
Notas Biograficas
PLÁCIDA TERESA DE OLIVEIRA MARTINS
Nasceu em Santo Ângelo (RS), vivendo entre esta “grande terra missioneira” e Santa Rosa (RS), até os treze anos onde fez o Curso Primário e parte do Ginasial. Vindo para POA, cursou a Escola Normal Nossa Senhora da Glória formando-se Professora. No exercício do Magistério dedicou-se à alfabetização. Por trinta e seis anos morou em Gravataí (RS). Tem três filhos. Atualmente reside em Arroio do Sal. Desde cedo escreveu poesias e é reconhecida pelos amigos como “ eterna romântica”. É dela a frase: “ Ser poeta é fazer de uma lágrima um poema".
ISABEL GENTA
Nasceu e se criou em POA completando seus estudos superiores na área da Educação onde trabalhou por trinta e um anos como Especialista de Educação e Professora nas salas de aula do Ensino Superior e Médio no RS e no Estado de Goiás. Além das atividades técnicas de Planejamento, Coordenação e Direção de Escolas, no Ensino, dedicou-se à formação de Professores lecionando matérias pedagógicas e, sobretudo,Filosofia e Sociologia.
SOFIA PINTO DUARTE
Sofia nasceu em São Francisco de Paula, RS . Filha de Elton Luis Brito Duarte e Sara Cristina Guimarães veio muito pequena para Arroio do Sal onde reside. Atualmente cursa a 4ª série do Ensino Fundamental na Escola Municipal Araci Gomes Valim, com 9 anos de idade.Seu amor pela poesia nasceu bem cedo, Aprendeu as primeiras letras aos 3 anos de idade. Sofia escrevia nos desenhos que fazia, pequenos versos. Incentivada pelos irmãos e pela mãe, foi escrevendo mais e mais. Freqüentando a Biblioteca com sua mãe (à época Coordenadora de Cultura do Município) observava, de longe, os Encontros do Grupo do Poesia, Mate & Prosa. Aos poucos, notou-se seu interesse e sua timidez. Sara, apresentou ao Grupo sua poesia “Sementinha” (publicada em nossa Resenha I). A partir daí foi acolhida e integrou o Grupo sempre com novos poemas surpreendentes.Importante observar aqui que os “adultos” apenas revisam suas poesias e eventualmente fazem a pontuação.Desde a juventude dedicou-se à música e a escrever poesias. Aposentada, reside em Arroio do Sal, no Balneário Lagoa do Camboim.. Participa ativamente do motociclismo , pertencendo ao Moto Clube Tigres do Asfalto com sede em Curumim (RS) .
SALI B. MENGUE BORGES PEREIRA
Nasceu em Torres (RS), fez ali seus estudos até o grau Médio, passando a cursar História – Lic. Plena , em Araranguá (SC) É casada e tem dois lindos filhos. Mudou-se para Arroio do Sal em 2003 onde reside atualmente. Durante as temporadas de verão, trabalha junto à administração do Trieste Hotel. Sali é Coordenadora da Biblioteca Pública Municipal Dr. Clóvis Weber Rodrigues desde a sua fundação tendo participado, inclusive, da idealização e sua organização.É apreciadora de Poesia e da Leitura participando ativamente do Grupo como incentivadora, dando todo o apoio e proporcionando a ambientação ideal para o êxito dos Encontros. Colabora sempre acrescentando textos e poemas à nossa “Prosa”.
SOLANGE AYRES FERREIRA
Nasceu em Porto Alegre onde viveu por 40 anos... “ num dos bairros mais lindos da cidade”... , a Tristeza , frente ao rio Guaíba. Filha única , viveu junto a família tendo sempre a seu lado a mãe - hoje com 93 anos - que a acompanhou, há cinco anos, quando veio morar, em definitivo, no Arroio do Sal, no antigo balneário “Daniela”, atualmente Marambaia, na praia da Âncora. É mãe de três filhos homens. Formada em Psicologia , trabalhou quase 20 anos ...”na saudosa CRT...” e a partir de 1991, vem dedicando-se à hotelaria, atuando em várias redes de hotéis, o que lhe possibilitou..”conhecer lugares pitorescos de nosso país”.Atualmente gerencia o Hotel Ancora , exercendo também, a Coordenação da Cultura em Arroio do SalEscreve poesias desde a infância ...” mais ou menos com nove anos, ainda na terceira série Primária...” Entretanto, ...” foi no Poesia,Mate & Prosa que abriu seu “baú” ...e vem desenvolvendo mais seus dons poéticos.
MÁRCIO CÉSAR TEIXEIRA MASSIGNANI
Márcio é natural de Caxias do Sul, tendo nascido no Hospital Pompéia em 10 de Agosto de 1990, filho de Marli Fagundes Teixeira e Vanderlei José Massignani, separados em 1993. Neste mesmo ano nascia sua irmã. Na Escola não ia muito bem em Português. Concluiu o Ensino Médio na Esc. Est. Aristides Germani e o Fundamental na Esc. Mun Paulo Freire. Mas, foi na Esc. Est. de Ens. Méd. Cristóvão de Mendonça (onde iniciou o grau médio) que começou a escrever poesias, ...”por causa de um amor frustrado”..., descobrindo aí, seu talento, aos 15 anos de idade.Um ano mais tarde foi morar em Arroio do Sal- RS, onde conclui, em 2008 o 3º ano do grau médio na Esc. Est. José de Quadros. Em 2007 passou a fazer parte do Grupo do Poesia ,Mate e Prosa fazendo-se presente nos Saraus e Encontros semanais, sempre que o trabalho e o estudos permitem.É notívago por natureza, compondo seus poemas em longas caminhadas pelas madrugadas na praia, com amigos e companheiros de versos.
ANA IEDA BASTIANI
Natural de Uruguaiana, ali cursou e concluiu seus estudos em Letras, Licenciatura Plena. No exercício do Magistério Estadual , tanto no Ensino Médio como no Fundamental, enfatizou sempre a importância da leitura e incentivou a freqüência e a valorização da Biblioteca na formação da cidadania. Defensora do ensino democrático , abriu espaço à participação e à toda a manifestação escrita e oral .No Grupo é uma incentivadora e colaboradora incansável,.Apreciadora da poesia, acompanha e colabora em todas as atividades, trazendo grande riqueza de informações, comentários e leitura expressiva. Em palavras dela... “Como Professora, sinto-me comprometida a participar e aplaudir toda a atividade cultural que brota espontaneamente da sociedade”.
ZÉLIA MARIA DE NARDI
Nasceu em Flores da Cunha. É Advogada e tem Pós Graduação em Ciências Religiosas.Dedicou-se à música, cursando Piano. Integra o coral Santa Teresa da Catedral de Caxias do Sul, onde reside. È “trovadora literária” pertencendo a União Brasileira de Trovadores, secção Caxias do Sul (RS) e à Academia Caxiense de Letras, onde ocupa a Cadeira nº 40. No Arroio do Sal é veranista tradicional há muitos anos. Além das trovas literárias e poesias, se dedica entusiasticamente à arte em papel dos Origamis.Dona Zélia, como a chamamos, nos trouxe a técnica da criação poética a várias mãos que se tornou, entre nós, uma prática regular.
WOLVE WHERTER CROWLEY
É o pseudônimo de LUCAS VARGAS DE MELO, 20 anos, natural de Torres –RS ( quando Arroio do Sal ainda pertencia aquele município) considerando-se, após a emancipação, um arroiosalence. Cursou o Ensino Fundamental nas Escolas Municipais Raimundo Fernandes de Oliveira e João Afonso (já extinta). Logo cursou o Ensino Médio na Esc. Estadual José de Quadros, concluindo-o em 2005. Atualmente, tenta uma bolsa de estudos na Faculdade.
Começou a escrever poesia aos doze anos, identificando-se com ela. Aos quatorze, influenciado pela Cultura Gótica, passou a escrever, seguindo-a.
Atualmente reside no Arroio do Sal, no tradicional bairro de Estância do Meio e faz da leitura, da poesia e do desenho seu hobby e paixão integrando o Grupo do Poesia, Mate & Prosa neste ano de 2008 entusiástica e assiduamente .
MÁRCIA REGINA C. FARIAS
A escritora e poeta Márica regina Castro Farias nasceu em Porto Alegre - RS em 16.10.40. devido a seu espírito inquieto e aventureiro, morou em vários estados do país ora exercendo seu ofício de secretária executiva, ora gerenciando pousadas. Radicou-se em Arroio do Sal em 2000. Viajante inveterada, conhece mais de 40 países e quase todo o Brasil.
Ativista social, foi chefe escoteira por 25 anos, tendo obtido o grau máximo de adestramento escoteiro, a "Insígnia de Gillwell", registrado na Inglaterra. Por 10 anos foi voluntária do CVV - Centro de Valorização da Vida, e por três anos também do Parceiros Voluntários. É membro do Lions Clube de Arroio do Sal desde 2002.
Participou de várias entidades literárias e obteve diversas premiações na categoria Poesia. Atualmente faz parte do Poesia Mate e Prosa e mantém uma coluna no JAS - Jornal do Arroio do Sal.
Lançou seu primeiro livro "O Inverso no Espelho" - Poesia, em 1993. Pelo JAS editou em folhetim "O Excesso de Bagagem" (crônicas) e "A Alma de todas as coisas" (contos). Tem inéditos em poesia "Cortina de água" e "Estilhaços" e em prosa "O Planeta Verde" (infanto-juvenil) e "Contrapontos de Luz" (contos). Esta em vias de lançcar em abril de 2009, o livro histórico "Arroio do Sal: crônica de uma cidade", uma homenagem ao lugar que escolheu para viver.
MANHOSA LOBAVIRTUAL
Escrevinhadora desde sempre... maneira que sempre usei para acalmar o coração...
Um resumo da minha vida...
A muito se foi a infância... boa... simples... muito feliz... (13)
Uma adolescência... com todas as suas característica... sem traumas maiores... (17)
A mocidade... cumpri ‘todas as etapas’ da minha época... amei muito... apaixonada... casei... (19)
Homem maravilhoso... companheiro verdade... juntos sempre... trabalhamos muito...
Amadureci... cresci...
Filhos... (40)
Felicidade completa...
Viuvei... Lá se foi meu ombro amigo... meus braços... alguns sonhos não concretizados...
Muita dor... muita solidão... (60 e uns...)
Hoje... sou uma ‘Envelhecente’... e assim serei até o meu ultimo sorriso...
Como sou...
Sou uma Lobona com personalidade forte... mas... Carente... Grudenta... Manhosa... Ciumentinha... mas... Carinhosa... Amiga... Sincera... Pacienciosa... Confidente... Cúmplice... Tudo o que mais quero é eu me aceitem como sou... nesta minha fase de... Envelhecente... Apostem... Acreditem... não me pressionem... não me abafem... Me ame... Me ame... MuitoMuitomuito e me dêem muito carinho... MuitoMuitomuito...
BIANCA DOS REIS DE OLIVEIRA
Bianca nasceu em 14 de agosto de 1999, em Caxias do Sul.
Reside em Arroio do Sal desde 2002, no Balneário Camboim.
Adora brincar com sua cadelinha Bel e pesquisar no computador.
Em 2008 começou a participar dos Encontros semanais do Grupo e a escrever poesia.
Nasceu em Santo Ângelo (RS), vivendo entre esta “grande terra missioneira” e Santa Rosa (RS), até os treze anos onde fez o Curso Primário e parte do Ginasial. Vindo para POA, cursou a Escola Normal Nossa Senhora da Glória formando-se Professora. No exercício do Magistério dedicou-se à alfabetização. Por trinta e seis anos morou em Gravataí (RS). Tem três filhos. Atualmente reside em Arroio do Sal. Desde cedo escreveu poesias e é reconhecida pelos amigos como “ eterna romântica”. É dela a frase: “ Ser poeta é fazer de uma lágrima um poema".
ISABEL GENTA
Nasceu e se criou em POA completando seus estudos superiores na área da Educação onde trabalhou por trinta e um anos como Especialista de Educação e Professora nas salas de aula do Ensino Superior e Médio no RS e no Estado de Goiás. Além das atividades técnicas de Planejamento, Coordenação e Direção de Escolas, no Ensino, dedicou-se à formação de Professores lecionando matérias pedagógicas e, sobretudo,Filosofia e Sociologia.
SOFIA PINTO DUARTE
Sofia nasceu em São Francisco de Paula, RS . Filha de Elton Luis Brito Duarte e Sara Cristina Guimarães veio muito pequena para Arroio do Sal onde reside. Atualmente cursa a 4ª série do Ensino Fundamental na Escola Municipal Araci Gomes Valim, com 9 anos de idade.Seu amor pela poesia nasceu bem cedo, Aprendeu as primeiras letras aos 3 anos de idade. Sofia escrevia nos desenhos que fazia, pequenos versos. Incentivada pelos irmãos e pela mãe, foi escrevendo mais e mais. Freqüentando a Biblioteca com sua mãe (à época Coordenadora de Cultura do Município) observava, de longe, os Encontros do Grupo do Poesia, Mate & Prosa. Aos poucos, notou-se seu interesse e sua timidez. Sara, apresentou ao Grupo sua poesia “Sementinha” (publicada em nossa Resenha I). A partir daí foi acolhida e integrou o Grupo sempre com novos poemas surpreendentes.Importante observar aqui que os “adultos” apenas revisam suas poesias e eventualmente fazem a pontuação.Desde a juventude dedicou-se à música e a escrever poesias. Aposentada, reside em Arroio do Sal, no Balneário Lagoa do Camboim.. Participa ativamente do motociclismo , pertencendo ao Moto Clube Tigres do Asfalto com sede em Curumim (RS) .
SALI B. MENGUE BORGES PEREIRA
Nasceu em Torres (RS), fez ali seus estudos até o grau Médio, passando a cursar História – Lic. Plena , em Araranguá (SC) É casada e tem dois lindos filhos. Mudou-se para Arroio do Sal em 2003 onde reside atualmente. Durante as temporadas de verão, trabalha junto à administração do Trieste Hotel. Sali é Coordenadora da Biblioteca Pública Municipal Dr. Clóvis Weber Rodrigues desde a sua fundação tendo participado, inclusive, da idealização e sua organização.É apreciadora de Poesia e da Leitura participando ativamente do Grupo como incentivadora, dando todo o apoio e proporcionando a ambientação ideal para o êxito dos Encontros. Colabora sempre acrescentando textos e poemas à nossa “Prosa”.
SOLANGE AYRES FERREIRA
Nasceu em Porto Alegre onde viveu por 40 anos... “ num dos bairros mais lindos da cidade”... , a Tristeza , frente ao rio Guaíba. Filha única , viveu junto a família tendo sempre a seu lado a mãe - hoje com 93 anos - que a acompanhou, há cinco anos, quando veio morar, em definitivo, no Arroio do Sal, no antigo balneário “Daniela”, atualmente Marambaia, na praia da Âncora. É mãe de três filhos homens. Formada em Psicologia , trabalhou quase 20 anos ...”na saudosa CRT...” e a partir de 1991, vem dedicando-se à hotelaria, atuando em várias redes de hotéis, o que lhe possibilitou..”conhecer lugares pitorescos de nosso país”.Atualmente gerencia o Hotel Ancora , exercendo também, a Coordenação da Cultura em Arroio do SalEscreve poesias desde a infância ...” mais ou menos com nove anos, ainda na terceira série Primária...” Entretanto, ...” foi no Poesia,Mate & Prosa que abriu seu “baú” ...e vem desenvolvendo mais seus dons poéticos.
MÁRCIO CÉSAR TEIXEIRA MASSIGNANI
Márcio é natural de Caxias do Sul, tendo nascido no Hospital Pompéia em 10 de Agosto de 1990, filho de Marli Fagundes Teixeira e Vanderlei José Massignani, separados em 1993. Neste mesmo ano nascia sua irmã. Na Escola não ia muito bem em Português. Concluiu o Ensino Médio na Esc. Est. Aristides Germani e o Fundamental na Esc. Mun Paulo Freire. Mas, foi na Esc. Est. de Ens. Méd. Cristóvão de Mendonça (onde iniciou o grau médio) que começou a escrever poesias, ...”por causa de um amor frustrado”..., descobrindo aí, seu talento, aos 15 anos de idade.Um ano mais tarde foi morar em Arroio do Sal- RS, onde conclui, em 2008 o 3º ano do grau médio na Esc. Est. José de Quadros. Em 2007 passou a fazer parte do Grupo do Poesia ,Mate e Prosa fazendo-se presente nos Saraus e Encontros semanais, sempre que o trabalho e o estudos permitem.É notívago por natureza, compondo seus poemas em longas caminhadas pelas madrugadas na praia, com amigos e companheiros de versos.
ANA IEDA BASTIANI
Natural de Uruguaiana, ali cursou e concluiu seus estudos em Letras, Licenciatura Plena. No exercício do Magistério Estadual , tanto no Ensino Médio como no Fundamental, enfatizou sempre a importância da leitura e incentivou a freqüência e a valorização da Biblioteca na formação da cidadania. Defensora do ensino democrático , abriu espaço à participação e à toda a manifestação escrita e oral .No Grupo é uma incentivadora e colaboradora incansável,.Apreciadora da poesia, acompanha e colabora em todas as atividades, trazendo grande riqueza de informações, comentários e leitura expressiva. Em palavras dela... “Como Professora, sinto-me comprometida a participar e aplaudir toda a atividade cultural que brota espontaneamente da sociedade”.
ZÉLIA MARIA DE NARDI
Nasceu em Flores da Cunha. É Advogada e tem Pós Graduação em Ciências Religiosas.Dedicou-se à música, cursando Piano. Integra o coral Santa Teresa da Catedral de Caxias do Sul, onde reside. È “trovadora literária” pertencendo a União Brasileira de Trovadores, secção Caxias do Sul (RS) e à Academia Caxiense de Letras, onde ocupa a Cadeira nº 40. No Arroio do Sal é veranista tradicional há muitos anos. Além das trovas literárias e poesias, se dedica entusiasticamente à arte em papel dos Origamis.Dona Zélia, como a chamamos, nos trouxe a técnica da criação poética a várias mãos que se tornou, entre nós, uma prática regular.
WOLVE WHERTER CROWLEY
É o pseudônimo de LUCAS VARGAS DE MELO, 20 anos, natural de Torres –RS ( quando Arroio do Sal ainda pertencia aquele município) considerando-se, após a emancipação, um arroiosalence. Cursou o Ensino Fundamental nas Escolas Municipais Raimundo Fernandes de Oliveira e João Afonso (já extinta). Logo cursou o Ensino Médio na Esc. Estadual José de Quadros, concluindo-o em 2005. Atualmente, tenta uma bolsa de estudos na Faculdade.
Começou a escrever poesia aos doze anos, identificando-se com ela. Aos quatorze, influenciado pela Cultura Gótica, passou a escrever, seguindo-a.
Atualmente reside no Arroio do Sal, no tradicional bairro de Estância do Meio e faz da leitura, da poesia e do desenho seu hobby e paixão integrando o Grupo do Poesia, Mate & Prosa neste ano de 2008 entusiástica e assiduamente .
MÁRCIA REGINA C. FARIAS
A escritora e poeta Márica regina Castro Farias nasceu em Porto Alegre - RS em 16.10.40. devido a seu espírito inquieto e aventureiro, morou em vários estados do país ora exercendo seu ofício de secretária executiva, ora gerenciando pousadas. Radicou-se em Arroio do Sal em 2000. Viajante inveterada, conhece mais de 40 países e quase todo o Brasil.
Ativista social, foi chefe escoteira por 25 anos, tendo obtido o grau máximo de adestramento escoteiro, a "Insígnia de Gillwell", registrado na Inglaterra. Por 10 anos foi voluntária do CVV - Centro de Valorização da Vida, e por três anos também do Parceiros Voluntários. É membro do Lions Clube de Arroio do Sal desde 2002.
Participou de várias entidades literárias e obteve diversas premiações na categoria Poesia. Atualmente faz parte do Poesia Mate e Prosa e mantém uma coluna no JAS - Jornal do Arroio do Sal.
Lançou seu primeiro livro "O Inverso no Espelho" - Poesia, em 1993. Pelo JAS editou em folhetim "O Excesso de Bagagem" (crônicas) e "A Alma de todas as coisas" (contos). Tem inéditos em poesia "Cortina de água" e "Estilhaços" e em prosa "O Planeta Verde" (infanto-juvenil) e "Contrapontos de Luz" (contos). Esta em vias de lançcar em abril de 2009, o livro histórico "Arroio do Sal: crônica de uma cidade", uma homenagem ao lugar que escolheu para viver.
MANHOSA LOBAVIRTUAL
Escrevinhadora desde sempre... maneira que sempre usei para acalmar o coração...
Um resumo da minha vida...
A muito se foi a infância... boa... simples... muito feliz... (13)
Uma adolescência... com todas as suas característica... sem traumas maiores... (17)
A mocidade... cumpri ‘todas as etapas’ da minha época... amei muito... apaixonada... casei... (19)
Homem maravilhoso... companheiro verdade... juntos sempre... trabalhamos muito...
Amadureci... cresci...
Filhos... (40)
Felicidade completa...
Viuvei... Lá se foi meu ombro amigo... meus braços... alguns sonhos não concretizados...
Muita dor... muita solidão... (60 e uns...)
Hoje... sou uma ‘Envelhecente’... e assim serei até o meu ultimo sorriso...
Como sou...
Sou uma Lobona com personalidade forte... mas... Carente... Grudenta... Manhosa... Ciumentinha... mas... Carinhosa... Amiga... Sincera... Pacienciosa... Confidente... Cúmplice... Tudo o que mais quero é eu me aceitem como sou... nesta minha fase de... Envelhecente... Apostem... Acreditem... não me pressionem... não me abafem... Me ame... Me ame... MuitoMuitomuito e me dêem muito carinho... MuitoMuitomuito...
BIANCA DOS REIS DE OLIVEIRA
Bianca nasceu em 14 de agosto de 1999, em Caxias do Sul.
Reside em Arroio do Sal desde 2002, no Balneário Camboim.
Adora brincar com sua cadelinha Bel e pesquisar no computador.
Em 2008 começou a participar dos Encontros semanais do Grupo e a escrever poesia.
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